in Não fui eu, Quino
Numa daquelas alturas em que fazemos de tudo para fugir ao estudo encontrei este livro em cima da secretária da minha irmã, e vai daí decidi averiguar. Apareceu-me esta imagem, à qual achei muita graça.
Não gosto de tabaco: do cheiro, do fumo, das cinzas esquecidas nos cinzeiros que continuam a deixar rasto, muito depois do cigarro apagado. Tive sempre esta birra com o meu pai, que logo depois de acabar a sua refeição acende um cigarro, esquecendo-se dos que ainda não acabaram. Pode ser uma reacção "mimada", admito, mas que é irritante, é! E além disso, sem entrar em grandes sermões, faz mal.
Confesso que achei alguma graça à vaga anti-tabaco, às campanhas mais ou menos bem feitas (estou-me a lembrar de uma cómica, onde aparecia um miúdo búes da radical, e que ainda por cima não fumava!Grande bacano!E outra, mais forte e séria, onde o fumo que saía do cigarro formava uma espécie de caveira). Numa onda de ainda maior futilidade, gostei de viver em Itália e poder sair de uma discoteca sem cheirar a tabaco, e estar lá dentro sem sentir o fumo.
Mas calma lá, pessoal. Começar a proibir o acto de fumar em todo e qualquer estabelecimento, sob pena de multa, já acho um bocadinho demais. Ah e tal, era tudo muito giro se ninguém fumasse (oh, se era!), mas há "crimes" piores!